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16 de dezembro de 2014

Um sonho que gerou outro sonho

Quem sonhou. Só vale se já sonhou demais.
Milton Nascimento

Uma amiga me convidou para uma viagem de grupo em peregrinação a vários lugares históricos. Em princípio não me animei porque nunca pensei em fazer este tipo de viagem.
No entanto, aquilo deixou algo latente em mim e comentei com minha mãe sobre a viagem. Lembro que foi um diálogo dentro do carro e de pronto ela disse algo que aflorou do mais profundo do seu ser: “Quando eu era mocinha tinha vontade, sonho de ir numa peregrinação assim”. Falou aquilo de tal forma que, mesmo eu dirigindo o carro, senti a luz e beleza do seu sonho e aquilo de repente despertou em mim o desejo, o sonho de também fazer a viagem. E falei: “Então vamos juntas”, mas ela disse: “Eu não dou conta, é muito cansativo.” Entendendo as limitações da idade, e que fisicamente seria uma viagem de muita locomoção, eu comentei: “Então eu vou”, e me surpreendeu a sua resposta: “Isto me alegra muito, é como se eu fosse.” Estas palavras irradiaram em mim a força a beleza do sonho. E naquele instante lembrei da frase de uma filipeta que ganhei em um Grupo Comunitário de Saúde Mental: “Quem sonhou. Só vale se já sonhou demais.” As palavras ressoavam em mim e pensei que a força e a beleza de um sonho pode ser tanta que o sonho não se perde e pode se concretizar por alguém próximo.
Fiz a viagem “saboreando” o “duplo sonho”. Tudo tinha muito significado e beleza. Depois, contar e mostrar as fotos para aquela que despertou, gerou o sonho em mim, foi de imensa gratidão. O que também agradeço ao Grupo Comunitário que me ajuda a aproveitar a experiência nos acontecimentos da vida.

Maria Luiza

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